Capão da Canoa - RS

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Paz... Silêncio... Tranquilidade... Emoção...

domingo, 15 de maio de 2011

UMA BOA REDAÇÃO PARA O VESTIBULAR

      Quem vai fazer vestibular já sabe: a redação tem um peso enorme para uma boa classificação. Só que, para a maioria dos candidatos, não é tão fácil ter inspiração e redigir um bom texto. Por isso, é importante dedicar um tempo de estudo e preparo para realizar uma boa redação.

COMO COMEÇAR

       O primeiro passo a seguir é ver o tipo textual que foi pedido no enunciado. Os mais comuns são o dissertativo, que reúne argumentos sobre uma ideia central, e o narrativo, que conta uma história. Entre esses, o dissertativo é o mais pedido. Por isso a doutora em Letras e professora adjunta de Língua Portuguesa do Instituto de Aplicação da UERJ, Rosa Cuba Riche, dá as principais dicas sobre como fazer uma boa dissertação.

       O aluno poderá receber fragmentos de texto para analisar e emitir uma opinião. Neste caso, ele deve ler os textos com atenção para tirar as informações principais e decidir qual será seu ponto de vista. Esse ponto de vista deve estar na introdução.
 

  DESENVOLVIMENTO

       Em seguida, o candidato deve escrever os parágrafos do desenvolvimento, com argumentos para fundamentar os pontos de vista que está defendendo. Pode-se usar exemplos, pesquisas sobre o tema, etc. Para conseguir informações e ter de fato uma opinião, o grande segredo é estar atualizado. Ler revistas informativas, jornais e estar conectado com o mundo para ter melhores argumentos para discutir.

       De acordo com a professora Rosa Cuba Riche, o candidato não pode esquecer de abordar a questão social respeitando a defesa dos direitos humanos. O ponto de vista do autor da redação não pode ser contra direitos básicos como o da liberdade de expressão ou da liberdade religiosa, mesmo que ele professe um credo ou uma fé que seja contra esses preceitos.
 

TREINO
         Fazer exercícios de redação é a melhor maneira de se preparar para a prova, porque estruturar um texto é principalmente um questão de treino.

         "A gente aprende a escrever escrevendo. A primeira vez é ruim, a segunda, um pouco melhor”. A professora lembra que o poeta Carlos Drummond de Andrade costumava encher uma lata de lixo com bolinhas de papel. “Se Drummond fazia e refazia seus textos, porque nós não vamos fazer o mesmo?”
          Depois que terminar a composição, o aluno deve fazer uma revisão ortográfica e verificar se a caligrafia está legível. “A letra do aluno não elimina ninguém, mas o examinador tem que entender o que está escrito”, diz a professora.
 

O QUE EVITAR:
• Clichês
• Frases feitas
• Modelos de redação de cursos
• Frases muito longas


DEPOIS DESTAS DICAS... BOA REDAÇÃO E... BOM VESTIBULAR!!!! 

VENCEDORES DO 2º CONCURSO PINDORAMA 5ª FEIRA DO LIVRO DE CAPÃO DA CANOA


CATEGORIA  - POESIA

3º LUGAR 
 
 A vida como ela é

Ao longo do teu litoral
O banho tradicional,
Na fresca água salgada
É onde a cerveja fica gelada,
Apreciada com moderação
Que corre de mão em mão,
Sorvendo o chimarrão quente
É o povo alegre e contente.

Gente sorrindo,
Gente conversando,
Gente nadando,
Gente cochilando.

O mar com suas ondas,
De lá eu vejo um mensageiro
Em cima das dunas, uma guitarra linda como desejo,
Encantava toda a moçada,
Com modinhas, letras e lindas canções desejadas,

Longe dali,
Pessoas de tristeza se desfizeram na solidão,
Correndo o seu pranto até morrer, criando
A bela lagoa em forma de violão!

Felipe Rodrigues de Carvalho  
Turma 304 
3º Ano do Ensino Médio
Instituto Estadual Riachuelo


2º LUGAR

Magia das Palavras

Literatura...
Viajamos entre as palavras, livros e páginas
Um infinito conjunto de versos,
Que lemos e compreendemos
Enredos românticos, engraçados ou de terror
Que dão imaginação
Para grandes histórias
de aventura e muita criatividade
Português encontramos
Crônicas, narrativas e poesias,
Que encontramos nesse mundo de magia.

Gabrielle Sotello Kelm
Série: 8º - Ensino Fundamental
E. Ens. Fund. Luiz Claudio Magnante



1º LUGAR

Comparações da Literatura
Literatura pode não ser museu, mas veio da antiguidade
Literatura pode não ser oculista, mas faz bem para os olhos
Literatura pode não ser doce, mas é uma delícia
literatura pode não ser professor, mas até que ensina
Literatura pode não ser relógio, mas ajuda a passar o tempo
Literatura pode ser como amor, sem ela o homem não vive.

Emerson Uberti de Moraes
série: 9º  - Ensino Fundamental
E. Ens. Fund. Luiz Claudio Magnante



CATEGORIA - CONTO

3º LUGAR

Minha praia perfeita

 Em 23 de janeiro de 2008, uma família de Porto Alegre se muda para uma praia do Rio Grande do Sul, Capão da Canoa.
            Paulo e Maria eram os pais de Igor, que tinha 5 anos, e de Manoela com 14 anos, eles acreditavam que em uma cidade menor, mais calma, eles poderiam dar uma qualidade de vida melhor para seus filhos, sem aquela correria do dia a dia de cidade grande.
 Mas sua filha Manoela não gostou de se mudar , porque em Porto Alegre ela tinha seus amigos, ela amava ler, pra ela literatura era tudo, ela não acreditava que em um lugar como Capão da Canoa, numa praia que no verão se enchia de turistas, ambulantes, aquele tumulto de litoral.
            Certo dia quando estava com sua mãe, conhecendo melhor a cidade, passou pela frente da biblioteca publica, e daí sim ela começou a simpatizar com aquela praia, começou a passar as tardes lá. Começou a pegar os livros para ler e levar para casa.
            Num domingo passeando com sua família ela conheceu a praça do farol, um lugar lindo e tranqüilo.
            E foi na praça do farol que ela descobriu um lugar pra ler.
            Manuela percebeu que com o seu amor pela literatura ela podia ir pra qualquer lugar.

Caroline Lessa da Silva
Turma: 301
Série: 3º Ano Ensino Médio
Instituto Estadual Riachuelo


2º LUGAR

Amizade Eterna

Na pequena cidade de Capão da Canoa, morava Mariana, uma menina doce, simpática, que adorava ler livros. Ela morava com seus pais Roberto e Mônica, duas pessoas, maravilhosas e muito simples.
O pai trabalhava como vendedor para uma empresa alimentícia, a mãe não trabalhava, só cuidava da casa e das duas pessoas que ela mais amava na vida, seu marido e sua filha Mariana.
Mariana cursava o terceiro ano do ensino médio, no Instituto Estadual Riachuelo, era uma aluna exemplar ia bem em todas as matérias, mas a que ela se saia melhor, era em português e literatura. O sonho de Mariana era ser uma ótima professora de português e literatura e ser reconhecida nacionalmente como uma grande escritora.
Ela sabia que suas condições não eram das melhores, mas tinha tanta esperança, que sua condição financeira baixa, não deixava a menina desanimar. O que deixava a menina mais triste é que quase ninguém acreditava nela, só seus pais e suas duas melhores amigas Paula e Larissa.
As três sempre foram grandes amigas, as mães eram amigas e criaram elas juntas desde que eram pequenas, brincando, brigando, chorando e rindo. As três estudavam na mesma turma, iam terminar os estudos no mesmo ano.
Larissa queria fazer faculdade de arquitetura e Paula queria cursar direito. Elas tinham condições melhores que as de Mariana. Mas a menina era persistente e não iria desistir do seu grande sonho.
Um dia as três estavam na casa de Larissa e Mariana teve uma ideia, de pegar uma caixa de sapato e escrever em um papel como cada uma via o seu futuro e colocar na caixa, elas fizeram e abriram um buraco perto de uma árvore no pátio de Larissa e combinaram de retirar a caixa depois de dez anos.
Mariana lia de três a quatro livros por mês, tinha uma dicção perfeita, já suas amigas que apresentam uma melhor condição financeira não tinham o hábito da leitura, liam livros se fosse mandado pela professora e elas não tinham uma dicção tão boa quanto à de Mariana.
Mariana sempre dizia para Larissa e Paula lerem livros, jornais, porque teriam mais chances até de passar no ENEM, e elas responderam para Mariana, que se elas não passarem no ENEM, elas poderiam pagar, já Mariana teria que se esforçar ao máximo, pois não tinha dinheiro para pagar.
A menina ficou quieta virou as costas e saiu de perto delas, chegando em casa se trancou no quarto e chorou bastante, Mariana não tinha reconhecido suas amigas, nunca pensou que pudesse ouvir aquilo de suas melhores amigas.
O fim do ano chegou, Larissa e Paula pediram desculpas para Mariana, disseram que nunca mais iriam repetir aquele absurdo, Mariana desculpo, mas disse que elas não deveriam ter feito o que fizeram e que nem um bicho merecia ouvir o que ela ouviu.
As três se inscreveram no ENEM para ter a chance de conseguir uma bolsa até mesmo na Universidade Federal e realizar o grande sonho delas.
O dia da prova chegou, as três estavam aflitas, nervosas, não tiveram a sorte de fazer a prova no mesmo lugar, mas combinaram um lugar para se encontrarem assim que terminasse a prova.
Após o termino da prova, as três se encontraram no lugar marcado, Larissa disse ter saído bem, Paula disse que não tinha certeza e Mariana ficou quieta nem comentou sobre a prova. Só estava preocupada com o resultado que sairia em vinte dias.
Passado os vinte dias, Mariana entrou na internet pra ver como tinha ido na prova. Quando viu não acreditou, ela tirou em primeiro lugar em todo o Rio Grande do Sul, a melhor nota foi a dela em todo o estado, ligou na mesma hora para as amigas para contar a novidade, mas ao mesmo tempo ela se decepcionou, porque nenhuma das duas amigas tinha passado.
Seus pais ficaram muito felizes e orgulhosos fizeram até uma festa para comemorar o primeiro lugar da filha no ENEM. Suas amigas não conseguiram passar, mas tinham uma segunda opção, pagar. E era o que iam fazer.
Passado dez anos, as amigas se reuniram em baixo daquela árvore e desenterraram a caixa de sapato. Larissa pegou o seu papel e leu em voz alta o que teria acontecido com ela após o s dez anos.
“Hoje eu tenho vinte e sete anos, terminei minha faculdade de arquitetura, tenho meu escritório de arquitetura, tenho meus empregados, sou casada e não tenho filhos.”. Mas não foi bem isso que aconteceu com Larissa, assim que terminou o ensino médio, começou a namorar não tinha nem terminado o primeiro semestre da faculdade, descobriu que estava grávida, teve que parar com a faculdade, casou com o namorado, que também não tinha emprego fixo, mas ele se obrigou a arrumar um emprego para sustentar sua família e agora ela tem dois filhos, continua casada com o pai de suas filhas, tem uma boa casa, mas não trabalha só cuida de suas filhas.
Depois Paula leu seu papel.
‘“Oi meninas, tenho vinte e sete anos, conclui a faculdade de direito, estou casada, tenho uma filha, trabalho na área dos advogados e estou estudando para fazer uma prova para ser juíza, estou realizada e muito feliz.”. Paula não chegou nem a prestar vestibular, trabalha como vendedora em uma loja de móveis, casou e teve uma filha.
A última foi Mariana.
“Tenho vinte e sete anos, me formei em português e literatura, fiz uma pós graduação e mestrado, depois que conclui tudo casei com meu namorado de dez anos e tive um filho, dei uma vida melhor para meus pais e agora estou escrevendo livros.”.
Mariana sempre foi persistente em tudo aquilo que queria fazer, conseguiu tudo o que botou naquele pedaço de papel, até que fez seu namorado esperar dez anos para casar com ela.
As três começaram a rir sobre tudo aquilo, pegaram uma toalha estenderam no chão, buscaram algumas coisas para comer e fizer um pic-nic para lembra seus tempos de infância.
 
   Nome: Bárbara Barbosa Valim
Turma: 304
3º ano do Ensino Médio
Instituto Estadual Riachuelo

1º LUGAR

O livro amigo

          Em um lugar distante, em cima de um morro, perto de uma lagoa, vivia João, um fazendeiro muito mal educado e ríspido como todas as pessoas que viviam a sua volta. ele era grosso com a mulher, os filhos, a sogra e seus vizinhos.
          João não gostava de ler. Ele dizia que era coisa de louco.
          Sua mulher sempre dizia:
          - Se você não ler, você nunca será um homem de verdade.
          Certo dia sua esposa foi à cidade e comprou um livro que falava sobre animais que viviem na floresta. Quando ela chegou em casa, entregou o livro para João e disse:
           - Se você não ler este livro até a semana que vem, eu vou embora com os meus filhos.
           Ele não deu atenção para o que sua mulher disse.
           Certo dia, João caminhava pela floresta e viu um lobisomem. Ele saiu correndo e o animal foi atrás dele, mas o fazendeiro conseguiu escapar.
           No outro dia, João preparou-se para caçar o animal. Ele pegou sua espingarda e, por engano, o livro que sua mulher havia lhe dado, e foi para a floresta.
        Quando estava muito escuro, João ouviu um barulho no meio das moitas. Espiou e viu que era o lobisomem. Preparou sua arma e deu um tiro no animal, mas o bicho não morreu e foi correndo atrás do fazendeiro. João encontrou um lugarzinho para esconder-se e ao procurar munição para colocar na arma encontrou o livro dado por sua esposa. ele não gostava de ler, mas ao abri-lo descobriu como matar o animal. Era preciso uma estaca de madeira ou uma bala de prata direto no coração.
            Rapidamente ele procurou e encontrou um pedaço de madeira que poderia ser usado como estaca e saiu à procura do bicho. De repente ele foi atacado pelo animal pelas costas, mas conseguiu desviar e cravar a estaca direto no coração do lobisomem, que cai morto no chão.
            João sai correndo e volta correndo para sua casa com a roupa toda rasgada, mas com uma sensação de vitória por ter matado o animal. Sua mulher ficou muito orgulhosa.
            Depois desse dia, João sempre vai até a cidade comprar livros pra ler, afinal sua vida foi salva graças à leitura.

Luan da Silva Pereira
Série: 9º - Ensino Fundamental
E. Ens. Fund. Luiz Claudio Magnante


CATEGORIA - CRÔNICA
Não houve concorrentes nesta categoria.


COMISSÃO JULGADORA

1) Almeri Espíndola de Souza - aposentada da Caixa Econômica Fedreal, poetisa, faz parte do Conselho Estadual da Cultura do RS.
2) Elza Eliana Lisbôa Montano - professora aposentada estadual, faz parte da Comissão da 5ª Feira do Livro de Capão da Canoa
   3) Liege Rivera - jornalista aposentada da Assembleia Legislativa do RS

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

POESIAS FARROUPILHAS




ATIVIDADE DESENVOLVIDA NAS TURMAS 301 E 303, NA AULA DE LITERATURA DA PROF. ANA RUTE PAZ, DURANTE A SEMANA FARROUPILHA COM OBJETIVO DE EXPANDIR, INCENTIVAR E VIVENCIAR A CULTURA GAÚCHA NÃO SOMENTE NO MÊS DE SETEMBRO.


Por um Rio Grande Melhor


Rio Grande, minha terra

Que o passado guarda com zelo.

Serviram realmente,

Nossas façanhas de modelo?


Ideologias libertárias

Resumidas em fogo brando

Tua gente prefere viver mal

Do que morrer lutando?


Se maldiz seguinte estado,

Mas estás em cima do muro

Não vangloriai mais o passado,

E lutai por teu futuro!


Esta terra é especial,

Porque assim foi Deus quem quis

Dane-se a hipocrisia nacional,

O Rio Grande é o meu país!!!

Felipe e Luana


Gaúcho sou


Acordo cedo,

Para ir ao rodeio

Laçar e mostrar meu dom

Gaúcho de tradição

Laçador de profissão


Prenda e peão

Dançam vanerão

Com muita empolgação

Por todo salão.


Vou ao CTG

Fico no piquete

Escuto o Pretinho Básico

E a galera faz o churrasco

Com essa tradição

Que trago no coração.

Jéssica, Leonardo, Mariane


Sou Gaúcho


Oi, sou gaúcho

Gaúcho de coração

Venho por este poema

Falar de minha tradição.


Dizem que somos veados

Veados não somos não!

Aqui não tem essa história

De Lacraia e Vera Verão.


Mas que orgulho tenho de minha terra

A terra do chimarrão

Terra de gremistas

Gremistas de coração.


Agora vou acabando

Porque não tem mais o que pensar

Vou indo para casa

Pois o almoço está a me esperar.

João Otávio e Salvador


A História do Gaúcho Belchior


Acordou cedo e como um bom gaúcho

Foi preparar o chimarrão

Procurou a erva, mas nada viu

Perguntou à prenda, ela não sabia

Então mandou ela pra...

Cama novamente.


Saiu de casa galopando

Foi até o CTG

Viu o gaúcho reclamando

E mandou ele se ... tratar.


Disse que estava ficando louco

E que era o efeito da pinga

No piquete estava brabo

Porque a china que pagou era o Tinga.


Jogador do internacional

Aquele moreno, pretinho básico

“Tchê! Que loucura essa pinga!

Tem mais é que reclamar,

Que pra ti não tem muita opção,

Tinha mais é que experimentar.


Coitado do gaúcho

Não parava de chorar

Agora com sua bombacha rasgada

Ele vai ter que costurar.


Assim acaba a história

Do gaúcho Belchior

Já vimos que bombacha mal costurada

Sempre acaba na pior.

Maurício e Mirele


História de um Gaúcho


O Gaúcho é forte, é guerreiro

Com lenço e bombacha

Não nega que é farrapo.

A história conta que na guerra ele foi bravo.


Nessa tradição não falta o chimarrão

O churrasco muito menos o cavalo e o peão.

Seu hino é respeitado nessa querência tão amada.


A guerra ele ganhou

E no CTG

Com música, ele comemorou

Fandango nesse rodeio, não faltou.

Jéssica


Orgulho de ser Gaúcho


Gaúcho de todas as querências

Sente aqui e tome um chimarrão

Deixe seu cavalo arriado,

Traga sua prenda amada

E conosco cante a moda de violão.


De bombacha, lenço e chapéu

Permanece a tradição

O amor pelo Rio grande

Segue forte,

Dentro do seu coração.


No vinte de setembro

Comemora sua vitória

Gaúcho forte, aguerrido e bravo

Segue adiante,

Com orgulho de sua história.

Bruna e Hillary


Gaúcho


Em nossa tradição

Há sempre um bom chimarrão,

Trazido pela prenda

Acompanhada de seu peão.


Gaúcho, nosso gaúcho

Guerreiro que só ele,

Montado em seu cavalo

Com seu laço vai ao rodeio.


Farrapos, guerreiros de tradição

Pelo vinte de setembro

Lutaram com orgulho no peito,

Pelo fim de uma revolução.

Bruna e Denise


História


Nos campos verdes do Rio Grande

Corre o sangue de um bravo gaúchão

Guerreiro que com brava luta

Conquistou seu pedaço de chão.


As mortes foram muitas

Mas foram bem honradas

Lembradas com amor

Em nossa terra amada.


Hoje somos força

Churrasco, luta e chimarrão

Nos fandangos vemos a noite

Com uma linda canção.

Valquíria


Sapucai


Sapucai é grito de guerra

Criado pelos índios

Nascidos em nossa terra

Pois quem morreu por este chão

Peleando de adaga e garrucha

Viveu a nossa história gaúcha.


Nossa história não é só peleia

Por isso me solto das maneias

Pra falar pelo Rio Grande

Que o meu verso chucro se espande

Quando um guapo abre a gula

Estufa o peito e berrada

O puro Sapucai da nossa terra.

Juliano


Rio Grande Amado


O Rio Grande do Sul

Estado tradicionalista

Que carrega em sua bandeira

Suas culturas e influências.


Bailes e festas encantando

A quem vê prendas e peões

Dançando até o amanhecer

Enquanto o assador prepara

Um churrasco com amor.


O rodeio reúne pessoas

De todas as partes

Juntos admiram um grupo

De dança tradicionalista

Saboreando um delicioso churrasco.

Taynara e Veridiana


Gaúcho de Tradição


Celebrar a Semana Farroupilha

É a nossa tradição

Fazendo um bom carreteiro

E um bom chimarrão.


Montamos um grande acampamento

Para ouvirmos uma boa música

Dançar com uma bela prenda

Ao som de uma bela canção

Faz-nos lembrar da cultura

Com amor no coração.


Ser gaúcho é ser feliz

Churrasco e chimarrão

Em volta de uma fogueira

Cantamos uma bela canção.

Os que escutam se encantam

Com o som do violão.

Patrícia e Leno


Ninguém Provoca


Rio Grande que não é meu

E não é teu

Rio Grande que é só meu

E não é do Louco Abreu.


Quando eu estou

De bombacha e bota

Todo mundo olha

Mas ninguém me provoca.


Gaúcho é que gaúcho

Come carne e rói o osso

E não fica nenhum dia

Sem um bom almoço


Quando pego o meu facão

Faço risco no chão

E as prendas lá do Capão

Vem me dar seu coração.

Guilherme, Guilherme, Moacir


Gaúcho


O gaúcho tem muitas histórias

Lutando pelo seu Rio grande

Sempre com muita bravura

E força no peito.


Gaúcho que é gaúcho

Anda sempre com seu chimarrão

Sai campo a fora com seu cavalo

E o seu chapéu na mão.


Muitas prendas lindas

Temos nesse Capão

Dançando sempre as músicas

Do nosso rincão


Fazendo um bom churrasco

Para os amigos no rodeio

Sempre acampando

Temos amores pelo nosso Rio Grande.


Com seu chapéu na cabeça

E sua bota no pé

Todos fazem churrasco

E pegam mulher.

Camila


Semana Farroupilha


O meu Rio Grande do Sul

Guarda com amor sua tradição

O gaúcho mostra isso

Com grande comemoração.


E na Semana Farroupilha

Ele monta acampamento

Veste sua bombacha

Para viver o momento.


Ele pega sua prenda

Monta em seu cavalo

Sai pela querência

No dia vinte de setembro

Mostrando sua experiência.


Com muito orgulho no peito

Canta o hino

Que surgiu na guerra

Sirvam nossas façanhas

De modelo a toda terra.

Caroline, Jaqueline, Raquel


Bravo Guerreiro


Com laço e chicote na mão

Lá estava o forte gaúcho

Com um sorriso estampado

Relembrando o passado.


Só havia alegria e nada de desgosto

Talvez um pouco de tristeza

Por seus bravos irmãos

Que com orgulho no coração

Lutaram pela tradição.


Bravo gaúcho, forte guerreiro

Hoje permanece tranquilo

No solo que é seu

E para conquistá-lo, o seu sangue deu.

Caroline e Roger


História e Tradição


No CTG rodeio vamos ter

Churrasco e um bom chimarrão

As prendas podem fazer.

A cavalo, os gaúchos chegarão

Com seu chimarrão

E o laço na mão.


Em setembro o baile acontece

A música é alta e o peão aparece

Logo vem a prenda com uma flor

Tomando seu chimarrão com fervor.


Ao redor da fogueira

Histórias irão contar

De guerreiros farrapos

Que morreram para nos salvar.


Para este poema terminar

O rodeio vamos fechar

Em setembro do ano que vem

É que iremos voltar.

Graziela e Édina


Amada Querência


O gaúcho em sua pilcha

Mostra toda sua imponência

Com garra e vigor

Protege sua amada querência.


Nosso hino mostra

O amor por esta terra

Somos gaúchos aqui

E em qualquer guerra.


Nos tempos em que era guri

Meu pai me dizia:

“- Não se atrase, meu filho,

Hoje começa a Semana Farroupilha.”


Ter orgulho de ser gaúcho

É quase uma obrigação

Esta terra por mais que seja grande

Cabe dentro do meu coração.


Gaúcho que peleia

Que é lá do rincão

Luta até morrer

E honra sua tradição.


Tem sangue de guerreiro

É gaúcho, é missioneiro

Tua bravura é exemplo

Pra todo o brasileiro.

Aira, Deise, Jéssica


Gaúcho


Quando ouvimos a palavra gaúcho

Enchemo-nos de paixão

Por fazermos parte do Rio Grande

E dessa tradição.


Ser gaúcho não é só ter nome

É torcer por um time campeão

É ir todos os domingos ao Beira Rio

Com o Chimarrão na mão.


Bombacha, churrasco e chimarrão

É o que compõe um guerreiro

O peão e sua prenda

Preparam juntos o carreteiro.


A noite, ao redor do fogo-de-chão

Dançam felizes com a pinga na mão

O peão com sua prenda

Toca a tradição no seu violão.


Quando éramos piás

Muitos causos nós avós contavam

Da bravura daqueles guerreiros

Que na Guerra dos Farrapos lutaram.

Renata e Tamiris


Gaúcho de Tradição


Amanhã temos churrasco

Na casa de um compadre

Com muito chimarrão

Nós vamos pro rodeio a tarde.


Vamos pro rodeio a cavalo

Honrando a tradição

Escutando Luis Marenco

E arrastando o pé no bailão


A noite tem carreteiro

Com muito vanerão

Vou fazendo essa rima

Com muito charque e chimarrão


No outro dia, acordo bem cedo

Já meto uma pinga boa

E pra matar o calor

Vou tomar um banho na Lagoa.

Rayan, Cadu, Ruan


Gaúcho


Como é bom ser gaúcho

Cheio de orgulho no coração

Tomando chimarrão

Lá no meu rincão.


Prenda linda do meu coração

Vamos acordar cedo

Para ir ao CTG

E dançar um vanerão.


Com a minha bombacha

Eu sou peão

Fazendo um churrasco

No fogo de chão.


No rodeio tem cavalo,

A chula e o chimarrão

E as prendas lindas

Que dão orgulho a nossa tradição.


Como é bom ser gaúcho,

Gaúcho de tradição

Deixo um abraço pra Capão

E sigo no meu cavalo lá pro meu rincão.

Christian e Franciele


Tradição


No rodeio como carreteiro

Esperando para laçar o boi brabo

Para mostrar pra prenda amada

Que gaúcho é muito macho.


No CTG danço vanerão

Com a menina mais bonita

Antes de ir para guerra

Contra os castelhanos daquela terra.


No meu cavalo vou para o pago

Onde se dará a peleia

Não sei se vou voltar

Para os braços da minha sereia.

Darlan


Províncias


Na beira do Guaíba, tomo meu chimarrão

Como meu churrasco

E com a prenda mais bonita

Danço vanerão.


No domingo ensolarado,

Coloco meu manto sagrado

Vou para o estádio

Torcer para meu time amado.


Pego meu cavalo,

A fria invernada atravesso

Pelo sertão vou indo,

Do velho galpão me despeço.


É hora de recomeçar,

Fazer valer a pena as cores do Rio Grande

Só irei parar de lutar

Até que a morte Deus me mande.


Lentamente a geada cai no campo

Pego a bombacha, o pala e a espora

É hora de acender o fogo de chão

A chama do Rio Grande aquece meu coração.

Alessandro, Guilherme, Jackson


Semana de Paixão


Existe dentro do coração

De quem nasce aqui no Sul

Um sentimento chamado tradição

Viva o Rio Grande do Sul!


Durante o ano ele adormece

Só se fala em Grenal

Mas quando setembro aparece

A programação é cultural.


Os peões desencorajados

Nos bailes do CTG

Ganham chingão dos amigos:

“Tu não é macho, tchê?”


E essa semana passou

Os mineiros acham

Que nada mudou

Mas eles não entendem

É que a chama Farroupilha

Continuará com nossas filhas.

Cristine e Marcela


Tradições


Todos os dias à noite

Nos reunimos em volta da fogueira

Para ver o violeiro tocar

Tomamos chimarrão

Enquanto prendas e peões

Começam a dançar.


Logo ao nascer do sol

O leite da vaca eles vão tirar

Para tomar no café da manhã

E logo depois ir trabalhar.


Ao meio dia, o carreteiro

As prendas começam a cozinhar

E os peões, palheiros a fumar.

Assim de geração em geração

As tradições começam a passar.

Dyana, Geciéle, Maiara


Ser gaúcho


Ser gaúcho é ser valente

Ter orgulho da nossa gente

O gaúcho vem da lida

E logo pede para sua prenda linda

O chimarrão de erva amarga

Que lhe dá uma descansada

No domingo seu churrascão

E baile com vanerão

Lutou dez anos de guerra

Pra ter hoje a sua terra

Gaúcho, pura tradição

Acorda cedo e já tem água no fogão

E a cuia grudada na mão

Gaúcho tem orgulho de sua nação

Amo ela com todo o seu coração.

Karina

Tradição

Gaúcho de tradição

Come um bom churrascão

Tem muita tradição

Entre elas o chimarrão.

Chimarrão este que se toma

Junto ao Guaíba

Assistindo ao Grenal

Mas quando setembro chega é tudo cultural.

Tradição do bom gaúcho

Carreteiro de charque tchê!

Chula, prendas e vanerão

Completam essa tradição.

Um gaúcho bem tratado

Segue a tradição

Com a prenda ao seu lado

Curtindo o chimarrão.

Em nossa tradição

Tem peão que é laçador

Pega o cavalo no laço

Sem o bicho sentir dor.

Alessandra e Luiza