Capão da Canoa - RS

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Paz... Silêncio... Tranquilidade... Emoção...

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

OBRAS DE TARSILA DO AMARAL

Eis algumas obras de Tarsila do Amaral que meus alunos estão fazendo releituras.








Quem sabe o nome dessas obras????

Saiba quais são os dez erros mais comuns na redação do vestibular

Uma redação clara, concisa e que atenda aos requisitos exigidos pela banca examinadora do vestibular pode ser decisiva na disputa por uma vaga na universidade.
A recomendação é para que os alunos avaliem o tema, esbocem um rascunho, e só depois façam as questões de língua portuguesa. O descanso entre o projeto e redação propriamente dita, dá um poder de crítica mais apurado, segundo professores.
"Ler o tema, fazer um rascunho, ir para as questões e depois voltar à redação é a melhor forma de acertar. Assim como um pão que precisa de um tempo para crescer e ser fermentado", compara a professora Zezé.
O G1 ouviu a coordenadora de português e redação do Etapa, Célia Passoni; a professora de redação do Anglo ABC e Santos, Maria José Grisaro; e o coordenador do Anglo, Alberto Francisco do Nascimento para saber quais são os dez erros mais comuns dos estudantes.  Confira:
1) Fugir do tema:
Esta é uma falha constante que pode fazer com o que o aluno tire nota zero na redação, segundo os educadores. Para não correr o risco de cometê-la, a dica é ler a proposta e grifar as palavras mais importantes.
2) Errar o gênero do texto solicitado:
Este é o tipo de erro que também pode fazer com que o estudante zere na prova. Na tentativa de ser original, segundo Célia Passoni, o candidato chega a escrever uma poesia ou uma narração, quando o que se pede é uma dissertação. Prosa, de acordo com Maria José Grisaro, a professora Zezé, não significa escrever em forma de versos ou diálogos, e sim em parágrafos.
A principal característica da dissertação é a argumentação, ou seja, a defesa de uma tese. Já na narração, conta-se uma história sem ter a necessidade de apresentar explicações. 
3) Usar um estilo de texto autoajuda:
“A dissertação não é um bate papo com o leitor e não pode ser interativa”, diz Zezé. Segundo ela, o candidato costuma utilizar uma estrutura linguística presente em livros ou e-mails com mensagens de autoajuda que incluem, por exemplo, a palavra “você.”
4) Apresentar argumentos frágeis, chavões e do senso comum (no caso das dissertações):
Uma boa dissertação – gênero de texto pedido na maioria dos vestibulares – exige argumentos e explicação sólidas e originais. Falsas generalizações como “lugar de mulher é na coisa”, “antes só do que mal acompanhado” ou "loiras são burras" não são considerados argumentos e só empobrecem o texto.
5) ‘Esquecer’ coesão e coerência:
As informações não podem aparecer jogadas no texto e têm de estar unidas. Também é fundamental não utilizar elementos contraditórios.
6) Errar a grafia ou concordância das palavras:
Frases desestruturadas podem comprometer a redação porque a leitura não flui. Em casos de erros crassos, há perda de pontos.
7) Usar verbos no imperativo:
Expressões de ordem ou que representam conversa com o leitor, como “faça sua parte” não devem ser usadas. Desta forma, o vestibulando foge da discussão exigida na dissertação e joga para o leitor a responsabilidade de refletir. 
8) Mesclar pessoas gramaticais:
Começar o texto usando ‘nós’, mudar para a terceira pessoa, e encerrar usando ‘eu’, é outro erro comum. Isto mostra que o aluno não segue uma ideia em uma linha única.
9) Usar coloquialismo, gírias ou clichês:
Evite-os, até mesmo, entre aspas. “Usar aspas como dizer ao leitor que o aluno sabe que é uma gíria, por exemplo, mas desconhece a norma culta”, diz Zezé.
10) Escrever de forma ilegível:
Seja cursiva ou de forma, letra legível é fundamental para a limpeza e compreensão total do texto. Ao errar uma palavra, a dica é para riscá-la e continuar escrevendo depois.


Tirado do seguinte site: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Primeiro passo: Entenda a pergunta da prova




Interpretação de texto é uma das competências mais cobradas em provas como o vestibular e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Engana-se quem pensa que essa habilidade só precisa se manifestar nas questões de língua portuguesa – ela será exigida em todas as áreas do conhecimento. Para Roselane Costella, do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), muitos alunos têm dificuldade em interpretar pois estão acostumados com macetes, ou seja, a famosa decoreba. A solução, diz, começa em sala de aula: o estudante precisa ser incentivado a praticar, e o papel do professor é mostrar como fazer isso.
– Os testes são elaborados para avaliar a capacidade interpretativa. E não só relativa a textos, mas também a gráficos, charges, quadrinhos, fotos, desenhos – indica Roselane, que há 10 anos pesquisa as provas do Enem.
Na hora de um exame classificatório, o tempo para resolver cada questão geralmente é curto – por isso, a professora recomenda um esquema bem simples: em primeiro lugar, ler o enunciado, para saber que tipo de informação será exigida. Depois, deve-se voltar e ler o texto de contextualização, destacando as frases que se relacionam com a pergunta. As questões costumam trazer mais dados do que o necessário, por isso a importância de selecionar somente aquilo que pode ajudar na resposta. Assim, fica mais fácil partir para as alternativas e escolher a correta.
Para interpretar com mais eficiência, é preciso ler bastante. Mas não adianta tentar recuperar o tempo perdido a um mês dos exames, avisa a professora Martha de Andrade Silva, do curso de Letras da Unisinos.
– O enriquecimento da leitura se faz ao longo do tempo, como um exercício de vida – afirma a docente, que integra o comitê do vestibular da universidade.
Fazer resumos pode ser uma boa forma de praticar a interpretação, ensina Martha. Ao elaborar a síntese de um livro ou de uma matéria, o vestibulando extrai do texto as informações essenciais e elimina as secundárias. Essa é uma forma de identificar elementos relevantes, distinguir um fato de uma opinião, diferenciar causas e consequências. Assim, ele constrói sentidos e consegue interpretar melhor aquilo que leu.
(Terminou de ler as dicas de especialistas? Agora responda a uma pergunta sobre o texto acima.)
A partir do texto lido nesta página, para fazer uma boa prova é necessário:
a) Ficar mais tempo nas questões mais difíceis, pois com certeza o aluno encontrará na prova do Enem perguntas que responderá em segundos.
b) Fazer muitos resumos de textos literários nos últimos dias antes da prova, para não esquecer o conteúdo no momento da realização.
c) Ler primeiro as alternativas, pois a partir delas poderá encontrar a verdadeira sem a necessidade de continuar lendo a questão.
d) Destacar no texto que está na raiz da questão as informações necessárias para responder a mesma, pois assim o tempo será racionalizado.
e) Utilizar as propostas de interpretação somente para a prova de linguagens, pois esta é uma habilidade exigida nesta prova.

Texto tirado do Caderno de Vestibular da Zero Hora

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

BLOG DESAFIO HOLÍSTICO

Pessoal...
Gostaria que acessassem o sguinte blog e fizessem comentários sobre aquela postagem.
http://desafioholistico.blogspot.com/search?updated-min=2011-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&updated-max=2012-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&max-results=5
O assunto abordado é sobre DIFERENÇAS X COMPAIXÃO.


Obrigada pela ajuda!!!!

MAIS DICAS PARA UMA ÓTIMA REDAÇÃO DISSERTATIVA

Estas dicas foram tiradas da revista Língua Portuguesa - edição de julho de 2011 - nº 69 - editora segmento.
São mais algumas dicas para o portifólio que os alunos do 3º ano entregarão no final de agosto.








quinta-feira, 28 de julho de 2011

MODERNISMO BRASILEIRO - TRÊS GERAÇÕES

PRIMEIRA FASE MODERNISTA (1922-1930)

INÍCIO: Semana da Arte Moderna

FIM: Revolução de trinta e tomada de poder por Getúlio Vargas.

FATOS HISTÓRICOS

·         Fim das oligarquias rurais e da política café com leite
·         Revolução de 1930 (Getúlio no poder)

REVISTAS: Klaxon e Antropofagia

MANIFESTOS: Poesia Pau-Brasil, Verde Amarelista e Regionalista de 1926.

CARACTERÍSTICAS GERAIS


·         Forma e conteúdo: liberdade formal (crítica do país)

·         Poemas-piada: sátira de costumes passadista e de velhas escolas literárias

·         Paródia e literatura popular: sátira de obras sérias do passado.

·         Verso livre e linguagem coloquial: literatura próxima da fala popular

·         Rompimento com o passado: procura do moderno, do original, do polêmico

·         Nacionalismo: crítico (denúncia da realidade) e ufanista (Verde-Amarelista)

AUTORES


·         MÁRIO DE ANDRADE: linguagem coloquial / folclore / Macunaíma (anti-herói)

·         OSWALD DE ANDRADE: nacionalismo crítico / paródia / linguagem coloquial / valorização do cotidiano / poema-pílula / capítulos curtos.

·         MANUEL BANDEIRA: Libertinagem (liberdade de conteúdo e de forma) / temas autobiográficos (infância, família, morte, cotidiano, humor, ceticismo, ironia, idealização de um mundo melhor).

·         OUTROS AUTORES: Antônio de Alcântara Machado, Menotti de Picchia, Guilherme de Almeida, Cassiano Ricardo e Plínio Salgado.

SEGUNDA FASE MODERNISTA(1930-1945)

FATOS HISTÓRICOS


·         Brasil: Ditadura do Getúlio Vargas
·         Fora do Brasil: depressão econômica / nazismo / Segunda Guerra Mundial

A) POESIA

CARACTERÍSTICAS

·       PREOCUPAÇÃO SOCIAL: necessidade de compreender o mundo transformado pela guerra.
·         LINGUAGEM: versos livres e brancos, mas o poeta pode ser formal.
·         POESIA INTIMISTA: questão espiritual ou reflexão amorosa.

AUTORES


·         MURILO MENDES: sátira / poemas- piada / poesia religiosa / “Tempo e Eternidade” (parceria com Jorge de Lima) / consciência do caos / ordena o caos: lógica, criatividade, libertação do trabalho poético.

·         JORGE DE LIMA: parnasiano / poesia social / poesia religiosa / desigualdade social.

·         CARLOS DUMMONDE DE ANDRADE: representação do cotidiano / nega toda forma de fuga à realidade / cético / presente (solução: união e trabalho coletivo)

·         CECÍLIA MEIRELES: inspiração neo-simbolista (Revista “Festa”) / intimismo / sonho / solidão / tempo (transitoriedade) / linguagem simbólica / sinestesia / musicalidade.

·         VINÍCIUS DE MORAES: neo-simbolista / renovação caótica da década de 30 / tom religioso / sensualismo erótico (prazer da carne X formação religiosa) / valorização do presente / felicidade X infelicidade / inspiração poética: tristeza.

·         OUTROS AUTORES: Cassiano Ricardo e Augusto Frederico Schmidt

B) ROMANCE

CARACTERÍSTICAS
·         REALISMO CRÍTICO: critica-se para denunciar uma questão social e, assim, chegar a uma solução
·         SITUAÇÃO DOS PROLETARIADOS RURAIS: presença do homem do sertão.
·         LINGUAGEM PRÓXIMA DA FALA: reprodução da fala regional.

QUADRO GERAL DO AUTORES REGIONALISTAS DOS ANOS 30

AUTORES
OBRA PRINCIPAL
REGIÃO/ASSUNTO
José Américo de Almeida
A bagaceira
Sertão nordestino / seca
Rachel de Queiroz
O Quinze
Sertão nordestino / seca
Graciliano Ramos
Vidas secas
Sertão nordestino / seca
José Lins do Rego
Fogo morto
Sertão nordestino / engenho e cangaço
Jorge amado
Gabriela, cravo e canela
Sertão e litoral baiano / cacau, religião e amor
Érico Veríssimo
O tempo e o vento
Pampa gaúcho e cidade / colonização, história e dramas urbanos
Cornélio Pena
Fronteira
Zona Rural Mineira /introspecção
Dionélio Machado
Os ratos
Cidade gaúcha / dramas urbanos
Octávio de Faria
Tragédia burguesa
Rio de Janeiro / análise social
Cyro dos Anjos
O amanuense Belmiro
Zona urbana mineira / análise social
Marques Rabelo
A estrela sobe
Rio de Janeiro / análise social.

TERCEIRA FASE MODERNISTA (1945-1960)

A) POESIA


CARACTERÍSTICAS GERAIS


·          RIGOR DA FORMA: neoparnasianismo (perfeição verbal)

·         OBJETIVOS POÉTICOS DIFERENTES: estética formalista, poesia participante, tensões sociais.

·         POEMA-PIADA: vulgaridade, exagero.

·         PARTICIPAÇÃO SOCIAL

PRINCIPAIS AUTORES


1-JOÃO CABRAL DE MELO NETO: “poeta de simetrias” / objetividade / tendência surrealista / temática: a) Nordeste e seu povo; b) Espanha e suas paisagens.

2- FERREIRA GULLAR: poesia participante (problemas sociais)


B) CONCRETISMO (VANGUARDA POÉTICA)


·         AUTORES INFLUENCIADORES: Oswald de Andrade (poemas radicais) e João Cabral de Melo Neto (linguagem econômica e objetiva)


CARACTERÍSTICAS

·         ROMPIMENTO COM O DISCURSO TRADICIONAL

·         DESINTEGRAÇÃO COM O VERSO: verbal (aspecto sintático e semântico) / oral (aspecto sonoro) / visual (aspecto gráfico)

Ex.: beca coca cola
        babe cola
        beba coca
   babe cola
   caco
   cola
   CLOACA
(Décio Pignatari)

PRINCIPAIS AUTORES

·         DÉCIO PIGNATARI
·         IRMÃOS AROLDO DE CAMPOS E AUGUSTO DE CAMPOS


C) FICÇÃO


CARACTERÍSTICAS


·         NARRATIVAS INTERIORIZADAS: fluxo da consciência.

·         UTILIZAÇÃO DA PRIMEIRA PESSOA: narrador é a pessoa que confessa e o leitor é confidente.

·         APROXIMAÇÃO DA PROSA COM A POESIA: lirismo na prosa (ritmo, rima, aliterações, neologismo, etc.)


PRINCIPAIS AUTORES


·         CLARICE LISPECTOR: “Perto do coração selvagem” (1943) / interiorização do ser humano / revalorização das palavras (entrelinhas)

·         GUIMARÃES ROSA: Sagarana (1946) e Grande sertão veredas (1956) / revalorização da linguagem (neologismo) / universalização do regional / particularidades da fala sertaneja.

MODERNISMO - TRÊS GERAÇÕES

Estes vídeos iniciarão o trabalho sobre MODERNISMO neste segundo semestre letivo.


PRIMEIRA GERAÇÃO


SEGUNDA GERAÇÃO


TERCEIRA GERAÇÃO